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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Will you marry me?

Não sei como é a relação de vocês com tecnologia, mas eu sou daquelas que já assimilou o computador como parte da família. Por isso, eu estou chateada hoje: perdi meu computador para um copo de cerveja! Foi um acidente, o Rafa foi conferir o convite do nosso noivado (que estava pronto!) e, na empolgação, virou um copo cheio de cerveja no meu notebook. E eu não tinha backup. Podem me xingar e dizer "como assim, não tinha backup?" mas eu estou preferindo que só me consolem, meninas. Ainda vou tentar recuperar os dados na assistência, mas como ele já nem liga mais... não tenho muita esperança de rever as fotos dos meus últimos dois anos de namoro. Pois é (entendeu porque estou triste?). Além de perder essa parte tão gostosa da minha história, perdi também todas as inspirações de casamento que eu vinha colecionando para mostrar para vocês por aqui (e contatos de fornecedores, idem). Mas tudo bem, vamos em frente: as inspiracões, coleto de novo e posto aqui. As fotos com o Rafa... bom, vou deixar para chorar quando realmente não tiver mais jeito, mas prefiro pensar que, mesmo sem elas, nunca vou esquecer desses momentos. Estão registrados na minha retina e na minha memória para sempre (sem falar que temos muitos anos pela frente para fotografias novas!).

Passado o momento das lamentações, queria dividir com vocês um video muito, muito bacana (só depois de me apaixonar por ele que eu soube que é fake, mas não importa: me emociono com filmes também!).
Fala pra mim: não é lindo?

Até breve! Um beijo,
M.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

MSC Parte II

Retomando o Movimento dos Sem-Cerimônia, eu andei visitando mais alguns ritualistas. Encontrei um celebrante super querido, que faz ritual das areias, das espadas e das taças. A cerimônia é ao gosto do freguês: pode escolher uma só, combinar duas ou até fazer um bem bolado das três modalidades. Achei bacana, pedi para assistir ao vivo... mas eles ainda não conseguiram que uma noiva que autorize uma estranha a assistir seu casório. Gente, parece que essas noivas nunca passaram por isso! Eu super entendo que é um dia especial, que os noivos só querem as pessoas queridas por perto, juro que entendo. Mas acho meio mesquinho não permitir que uma noiva em fase de preparativos assista a tudo ali do cantinho, quietinha e sem atrapalhar! Achei out. Mas desejo tudo de bom para vocês, viu?


Bom, moving on: enquanto eu espero que alguma noiva solidária me autorize a assistir à sua cerimônia, também pensei em, talvez, fazer somente cerimônia civil, mas com tudo o que tem direito! Chamar um juiz de paz (acho tão bonito, isso: "juiz de paz"), montar a cerimônia na praia... Será que rola? 

Se alguém já assistiu a um casório desses (civil + praia), fico esperando os comentários, hein?

segunda-feira, 14 de março de 2011

MSC - Movimento dos Sem-Cerimônia

Procura-se um ritual. Tratar aqui.

Desde que a ideia de casar entrou loucamente na minha vida, eu vinha imaginando que a cerimônia seria Celta. Ao ler sobre esse ritual cheio de simbologias especiais, me identifiquei na hora. Entrei em contato com a ritualista e tratei de marcar para assistir uma cerimônia ao vivo e a cores. Chamei o Rafa e lá fomos nós conhecer o ritual que nos casaria em breve. Data e hora marcados, estávamos lá.
Começou difícil porque a noiva atrasou quarenta e cinco minutos - noivas amigas, isso é falta de educação com quem se apressou tanto em plena sexta-feira para estar lá por você; respeito é bom e os convidados gostam, combinado? - o ambiente estava gelado e eu não levei casaco. Amadorismo meu, é verdade. Para piorar, o Rafa tinha saído correndo do trabalho e estava morrendo de fome. Mas seguimos firmes no propósito: esperamos, afinal não é sempre que temos a oportunidade de assitir a uma cerimônia tão especial.
Resulta que, fora a irritação com o atraso, o frio e a fominha, não senti muita coisa. Não me tocou, sabe? Achei que a ritualista explica demais as coisas que estão acontecendo, como se a função dela fosse ser a RP do Casamento Celta. Essa postura a deixou sem presença, sem força. Por causa disso, a cerimônia ficou meio sem aura, sem magia. 
Eu sou daquelas que se emociona até com comercial de margarina, e me emocionei com o amor - dos noivos e de seus amigos amados, da família. O rito em si... é lindo e já li muitas noivas que casaram assim e amaram, mas pra mim não rolou.
Fiquei super chateada, porque na minha cabeça era isso o que eu queria, já era uma coisa certa. E casamento, pra mim, é a cerimônia - todo o resto é uma delícia, mas ainda assim é perfumaria daquilo que é realmente essencial. Nós queremos um ritual que faça sentido nas nossas vidas.
Não vou me abalar, e já estou pesquisando Casamentos Ecumênicos. Para falar a verdade, o que encontrei até agora foi um reverendo comércio, se é que vocês me entendem. Por isso, estou aceitando sugestões. Alguém tem uma cerimônia bacana para indicar por aí?

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